Na semana do Meio Ambiente, pescadores e marisqueiras protestaram , na Ilha de Maré, Bahia, contra o impacto ambiental decorrente da poluição das empresas que estão instaladas no local.
quinta-feira, 12 de junho de 2014
terça-feira, 3 de junho de 2014
Revista IDeAS: “Hoje a Baía de Guanabara vive um apartheid. Somos criminalizados, nos tiram o direito de ir e vir” - Entrevista com Alexandre Anderson
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| Alexandre Anderson: liderança do movimento de resistência |
Na Baía de Guanabara, Rio de
Janeiro, os impactos trazidos pela Petrobras vão desde a propagação desenfreada do desequilíbrio
ambiental à perseguição de pescadores e pescadoras que lutam pelo
seu território e pela manutenção de seu modo de vida através da conservação do
meio ambiente. Em entrevista concedida à Revista IDeAS, o pescador artesanal e
liderança da região, Alexandre Anderson, fala sobre o processo de luta e resistência
e denuncia as irregularidades que envolvem diversas ações da Petrobras em um
processo que pode ser traduzido como um verdadeiro apartheid social.
.
“Hoje a baía de
Guanabara vive um apartheid. Somos criminalizados, nos tiram o direito de ir e
vir.” – Alexandre
Para conferir a entrevista, clique aqui.
terça-feira, 4 de março de 2014
The Guardian: Brazil's shellfishing communities blighted by industrial pollution
Edinilda de Ponto dos Carvalhos, who is in her early fifties, has been a marisqueira, or shellfish fisherwoman, in Suape since she was young. Recently, she says, her work has become much harder.
"There's this chemical product in the water. It has no smell, but it kills everything," she says. She believes the pollution comes from the nearby port complex in the Pernambuco state of Brazil, touted as one of the region's main economic engines.
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
Riquezas da Caatinga (ASA Brasil): Povos e Populações Tradicionais
O programa de rádio “Riquezas da Caatinga”, da Articulação no Semi-Árido, traz a luta e a resistência dos povos e das comunidades tradicionais no Brasil. Com foco no relacionamento entre essas populações e a natureza, entendemos a importância desses grupos para a conservação ambiental. Respeitar os povos e as comunidades tradicionais, regularizando seus territórios e garantidos seus direitos, torna-se essencial para a lógica da convivência com o Semiárido.
Participam do programa a pescadora artesanal de Juazeiro/Bahia, Maria Alice Borges, e a advogada e agente do Conselho Pastoral dos Pescadores (CPP), Alzeni Thomas.
Para escutar o programa, clique aqui.
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
Blog Maria Frô: Manifesto do MPP sobre explosão de navio no Porto de Aratu, Salvador, Bahia
No último dia 17 de dezembro de 2013 um navio da empresa Petredec, com produtos da BRASKEM, pegou fogo nas proximidades do Porto de Aratu e o impacto ambiental vem prejudicando milhares de moradores, pescadores e marisqueiras da região.
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terça-feira, 1 de outubro de 2013
IHU On-line: Privatização das águas e a desilusão dos pescadores artesanais. Entrevista especial com Elionice Sacramento
Com a privatização das águas, “não só os pescadores serão prejudicados, mas a sociedade de modo geral, porque vai haver um processo de diminuição da pesca artesanal”, adverte a integrante do Movimento dos Pescadores e Pescadoras artesanais.
Responsável por 70% da produção de pescado no país, a pesca artesanal está ameaçada pelo Projeto do Ministério da Pesca e da Aquicultura, denominado pelo movimento dos pescadores e pescadoras tradicionais de “privatização das águas públicas dos mares”.
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
Site NE10: Vídeo alerta para a causa de comunidades tradicionais pesqueiras
Ameaçadas pelo avanço desordenado de grandes empreendimentos e da aquicultura empresarial, comunidades tradicionais pesqueiras estão com seus territórios ameaçados. Diante desse contexto, o Movimento de Pescadores e Pescadoras Artesanais (MPP) segue com a Campanha Nacional pela Regularização do Território das Comunidades Tradicionais Pesqueiras, que busca coletar a assinatura de 1% do eleitorado brasileiro para que um projeto de lei de iniciativa popular possa ser encaminhado ao Congresso Nacional.
Com a adesão de diversos parceiros para a causa, no início de setembro, a Campanha lançou seu vídeo institucional com o apoio da Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz – CNBB/ 5ºSemana Social Brasileira.
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